segunda-feira, 14 de julho de 2008

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Oh! Vida cruel!
Quando a gente acha que tudo vai bem as coisas tomam um rumo completamente diferente.
Esse fim de semana talvez tenha começado a conhecer uma pessoa que achava que conhecia muito bem. Não foi o meu pior final de semana, mas também não foi o meu melhor.
Tinha sim, tudo pra dar certo.
Não tinha nem digerido as brincadeiras da sexta feira e as do sábado que por sinal eram de muito mal gosto, e me vem as do domingo.
Na verdade nem levei como uma brincadeira, pois a conversa que estávamos tendo não me parecia uma coisa boba.
Ser comparada com uma "qualquer" (é que vocês me entendem), não me deixou nada contente. Pelo contrário, me ofendeu e muito.
Aquela pessoa lá do passado que nem lembro mais o nome, pode ter me taxado* de feia, ter dito que não faço seu padrão de beleza e etc, mas nunca me comparou com nenhuma garota de programa.
No domingo estava me esforçando ao máximo pra gente ficar bem, mais sabe como é, minha tolerância pra certo tipo "digamos" que de brincadeira é zero.
Hoje se qualquer pessoa me pergunta como me sinto, com certeza a resposta vai ser que o único sentimento é de muito raiva.
Eu não consigo te perdoa, você poderia ter me dito qualquer coisa menos isso.
Achei que existia um respeito entre a gente, afinal de contas, nunca te dei tal liberdade pra escutar certo tipo de coisa.
Sei que talvez tenha falado coisas que você não tenha gostado, mas tenho a absoluta certeza que nunca falei nada que pudesse ter te ofendi.
Você não está errado ao dizer que errar é humano.
Só que persistir no erro é burrice.
Você não está errado quando diz que senti eu me distânciar.
Afinal de contas é pura verdade, pra mim a magia de tudo que foi bom entre a gente está começando a se apagar.
Eu nem gostava de você, tinha apenas uma pequena afeição isso foi crescendo e quando vi já estava mais uma vez apegada á alguém que cogitava conhecer e pelo que vejo mais uma vez me dei mal.
Te perdoar?
Ah! Isso não, jamais!
Meu orgulho em primeiro lugar.
Sou egoísta?
Sou sim.
Sete meses de coisas boas talvez jogado ao vento.
E isso porque você não pensa antes de falar.
Vou sumir por uns dias, depois a gente se fala.
Xau.


Bjs

terça-feira, 1 de julho de 2008

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Sei que quando vc saiu de casa foi pra tentar ter um pouco de liberdade que vc tanto cogitava em ter na sua vida. Foi pra tentar viver uma coisa única com alguém que sempre achei um "saco" e que nunca fiz questão de esconder, nem de você, nem de ninguém.
Você mais do que ninguém sabia da minha opinião sobre tal pessoa, ainda continua achando que ele é um "pé" no saco, muitas vezes menti pros seus pais, escondi coisas que deveriam ser ditas em momentos de desespero, mesmo assim te apoiei porque sempre achei que você tivesse juízo pra se proteger, pra fazer as coisas certas.
Hoje estou com um sentimento estranho deveria estar junto com você dando pulos de alegria, mais a única coisa que consigo é sentir sei lá o que.
Estou chocada, surpresa, triste, feliz (de certo modo).
Sei que o que você trás é uma coisa boa, tem gente até que diz que é uma benção.
Só que você mas do que ninguém sabia que isso não poderia ter acontecido agora.
Cadê a cabeça, a inteligência que você se mostrou ter?
A gente conversava tanto sobre isso.
E a liberdade que era prioridade o seu direito de ir e vir você conseguiu?
Não, você não conseguiu.
A única coisa que você conseguiu foi ficar doente e levar uma responsábilidade pro resto da vida.
Talvez eu esteja me sentindo meio frustada, porque sempre achei que você fosse responsavél
pra não deixar isso acontecer.
Não tenho o que te dizer, ainda estou boba, ainda tenho vontade de chorar, ainda tenho vontade de te dar uns chaqualhões. Você sabe que foi irresponsável, né?
Mesmo assim te desejo sorte e espero que você saiba que está fazendo, afinal de contas você não está mais sozinha.

Bjs